Antes de tudo eu quero pedir desculpas pelo meu pequeno afastamento dos dias anteriores. E como sempre eu venho agradecer aos meus leitores que tanto me apóiam e tantas sugestões. Quero agradecer em especial para Maysa que em uma conversar pelo msn gerou esse post mesmo sem saber e para minha prima Lorena mais uma vez pela arte do blog cada vez mais elogiada. Dito isso...
O tema desse post como você podem ler é sobre família mas não necessariamente a família que nascemos, eu vou falar da família que escolhemos. Eu sei família é um tema muito delicado para a maioria das pessoas que eu conheço por isso venho falar dos nossos irmãos e irmãs de afinidade. Sabe aquele seu amigo que te apóia em toda hora sempre disposto pra lhe dar um bom conselho ou ainda aquela sua amiga que parece conhecer você melhor do que você mesmo? Ou ainda aquele companheiro de trabalho mais velho que lhe trata como um filho. Então essa é sua família sem laços de sangue mas com laços tão fortes quanto: laços de sentimentos.
Acredito que eu não seja o único com a seguinte situação na vida: um parente chato que não tem nada a ver com você, geralmente irmãos, tios e primos e chegando na empresa e/ou escola você depara com um amigo super gente boa que lhe ajuda em todas as horas. Aí você pensa “Esse Fulano faz mais parte da minha família do que aquele meu primo chato”. É nessa situação que entra a verdadeira família. Claro que existem familiares que são realmente familiares com laços de sentimentos antes dos laços de sangue. Aquele seu irmão companheiro ou sua mãe-amiga que antes de cobrar as coisas te educa e explica tudo.
Pessoalmente eu nunca fui muito ligado na minha família de sangue mas minha família dos laços afetivos é enorme e muito unida. Eu tenho umas 3 mães 2 pais e 5 irmãos e irmã eu já perdi a conta. Claro que como toda boa família sempre existem algumas brigas, pontos de vista diferentes e chamadas de atenção. Mas a diferença é que ninguém vai lhe impor nada só com um titulo, por exemplo: eu sou teu pai e você tem que me respeitar calando a boca. Sinceramente isso nunca funciona na pratica e com o passar do tempo piora bastante pois essa atitude é a mesma que nossos chefes vão ter no futuro (ou a maioria deles) vão nos intimidar com uma posição maior na hierarquia e não com o respeito.
Sempre quando forçamos alguém com a força essa pessoa acaba ressentida e uma hora ou outra vai acabar virando esse jogo de força pois tudo que ela aprendeu foi isso, que a força faz com que as pessoas se curvem. Isso tudo vira uma bola de neve gigantesca: ou a pessoa se vira contra você ou passa para os filhos essa educação torta. Então aprenda de uma vez essa lição seja na sua família de sangue ou na família de afinidade: use argumentos e não a força nesse cotidiano lunático.
Em um de meus contos, eu relato a história de uma menina que foi criada por uma família que não a sua, a única que ela conheceu, onde aprendeu o que é amar, respeitar, ser solidária... O final eu transcrevo aqui:
ResponderExcluir"... Saí dali muito triste por deixar as únicas pessoas que conheci como família, mas ao mesmo tempo feliz, pois o amor que sempre me deram, era a prova que mãe é quem cria, quem dá amor. E irmãs não precisam sair da mesma barriga. Deus nos deixa escolhe-las".
Mais uma vez, Acauan, tenho que te dar os meus parabéns.
Beijos
É mesmo, Acauan, numa conversa sem compromisso algum, falamos sobre famílias que adotamos e nem tem nada que me agradecer.
ResponderExcluirEu por exemplo adotei um menino lindo, inteligente, gente boníssima, e nem o conheço pessoalmente, mas temos tantas afinidades, que parece que o conheço desde sempre. Ele sabe meus segredos mais íntimos e eu os dele, temos uma sintonia tão grande, que só pelo jeito de teclar, já sabemos como o outro está... Ele é o filho que Deus não me deu, mas que eu escolhi pra dar meu amor.
Você foi muito feliz na escolha desse tema e mais ainda nesse seu post.
Beijos e até amanhã...
Maysa
Vocês duas como sempre estão certas. Todo mundo tem uma família assim
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